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Cinco ações no Supremo envolvem decisão do Senado sobre Impeachment

Nada menos que cinco ações já foram protocoladas no Supremo Tribubal Federal, resultado do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff (PF). Três contestam a jabuticaba jurídica encenada pelos senadores, que mantém os direitos políticos da ex-presidente.

A primeira  assinada pelo advogado José Eduardo Cardoso, que pede simplesmente que a votação seja anulada. O ex-ministro considera que a Constituição foi vilependiada.

Duas ações são apoiadas pelo PV, através do senador Álvaro Dias) e pelo PSDB, uma pelo empresário Luiz Philippe de Orleans e Braganga, do Movimento Acorda Brasil, e a outra pela Associação Médica Brasileira.

Nela, a AMB afirma que “a Constituição Federal diz, no seu artigo 52: ‘[…perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis]’. E a Constituição Federal é soberana em relação à Lei do Impeachment, de 1950, e ao Regimento do Senado”, explica Carlos Michaelis Jr, coordenador jurídico da AMB. 

 

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