Mortadela e coxinha viraram sinônimo de antagonismos políticos durante as manifestações políticas. De um lado os apoiadores do governo (os mortadelas) e de outro os favoráveis ao impeachment e mudanças políticas (os coxinhas).
Mais do que um apelido, os dois alimentos são muito consumidos no Brasil e podem ser encontrados em qualquer boteco e beira de estrada. E também nas cadeias brasileiras.
Pois a mortadela teria sido responsável pela intoxicação do empresário Léo Pinheiro, da OAS, um dos delatores da Laja Jato. Segundo nota do colunista Lauro Jardim, mensagens encontradas pela PF num dos celulares do empreiteiro mostram que, em maio de 2014, já com a Lava-Jato a pleno vapor, a grande preocupação do então presidente da OAS era com a mortadela.
Pinheiro teve uma tremenda crise alérgica depois de comer duas fatias. Agoniado, recorreu a uma alergista, que recomendou manter distância de todo tipo de embutido.
