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Chicanas e suspense antecipam sessão histórica

A maioria das bancadas dos partidos tem reunião no final do dia na Câmara dos Deputados. Debatem as últimas estratégias para desarmar a bomba chamada Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que não cansa de mandar recados aos colegas.

Seus companheiros que se mantém fiéis à opinião pública elaboram estratégias ou chicanas para salvar o mandato do ex-presidente da Câmara dos Deputados. Há quem ainda sugira que ele renuncie ao mandato, não para garantir seus direitos políticos, mas para “desmoralizar” a sessão de cassação.

O fato é que ninguém arrisca um palpite para o capítulo final desse folhetim que arrasta o Legislativo para o lixo. O O Globo publicou hoje que há 300 votos pela cassação do parlamentar que teria mentido em seu depoimento na CPI da Petrobras.

A questão do mandato se prende a esse detalhe, o da mentira, que caracteriza a quebra de decoro parlamentar. O processo e tão pouco os defensores analisam os crimes que Cunha supostamente tenha cometido. Supostamente, porque a justiça ainda não foi feita com sua condenação.

 

 

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