Ninguém pode dizer que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal negligenciam o combate à corrupção, pois hoje pela manhã está acontecendo a 8ª. fase da Operação Acrônimo.
A ação desta quinta não envolve investigados com foro privilegiado. Suspeitos com essa prerrogativa serão julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
De acordo com a PF, a ação está focada em dois inquéritos policiais que investigam dois fatos distintos.
O primeiro se refere à suspeita de cooptação e pagamento de vantagens indevidas para fraudar licitações no Ministério da Saúde, beneficiando uma gráfica pertencente a investigados.
A outra questão é a interposição de uma empresa na negociação de vantagens indevidas a agente público para conseguir financiamento de projetos no exterior pelo BNDES em Angola, Cuba, Panamá, Gana e México e República Dominicana. Segundo a polícia, uma empreiteira brasileira foi a grande beneficiada.
