O presidente Michel Temer botou mais gasolina na fogueira do falatório sobre a reforma ministerial. “Vamos ver no ano que vem”. A troca de ministros poderá acontecer em fevereiro no Planejamento, Turismo, Saúde e Itamaraty e indicação do novo ministro para a Secretaria de Governo.
No pacote entram também as lideranças do Governo no Senado e na Câmara.
Um dos ministros que está na geladeira é o da Saúde. O deputado licenciado Ricardo Barros (PP-PR). O senador licenciado José Serra (PSDB-SP) quer deixar o cargo de chanceler, mas pode ser aproveitado no Planejamento.
O deputado licenciado do PV do Maranhão, Sarney Filho também não anda bem no Ministério do Meio Ambiente. A bancada do agronegócio já pediu a cabeça dele. Fogo amigo também atinge o ministro do Turismo, Max Beltrão (PMDB-AL).
Para a Secretaria de Governo deve ser indicado o atual líder da bancada do PSDB, Antonio Imbassahy (BA). Cogita-se também para a Casa Civil no lugar de Eliseu Padilha (PMDB). Michel Temer, no entanto, disse há poucos dias que o amigo fica onde está.
