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Moraes nega que advogou para o PCC

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Começa a fase de perguntas dos senadores a Alexandre de Moraes, indicado pelo presidente Michel Temer a uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O relator da indicação de Moraes, senador Eduardo Braga (PMDB-AM) usou a estratégia da oposição e utilizou perguntas de cidadãos formuladas pelo portal e-Cidadania para embasar a sabatina.

Foram enviadas cerca de 1.200 perguntas, mas Eduardo Braga não leu nenhuma sobre Lava Jato.

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Alexandre Moraes respondeu a perguntas feitas por internautas sobre ele ter advogado para a Transcooper, uma cooperativa de vans que foi citada em investigação que apurou um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Moraes confirmou que o seu escritório tinha como cliente a cooperativa, mas que só atuava em casos de indenizações por acidentes de trânsito.

“Jamais fui advogado do PCC e de ninguém ligado ao PCC. O escritório, do qual eu era sócio administrador, tinha inúmeros clientes. Um deles era a cooperativa”, afirmou o ministro, de acordo com a Veja.

Ele explicou que a empresa foi envolvida nas apurações do Ministério Público de São Paulo por ter emprestado uma de suas garagens para uma reunião da campanha do ex-deputado estadual Luiz Moura (PT), em 2014. Nesse encontro, haviam duas pessoas investigadas por ligação com a facção criminosa.

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