Três ex-dirigentes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) demitidos pelo governo federal e um ex-diretor da Companhia Docas do Pará (CDP) foi dispensado por justa causa.
Eles respondem por improbidade administrativa e valimento de cargo para obtenção de vantagem pessoal ou para terceiros, segundo informou hoje o Ministério da Transparência (CGU).
Com relação ao Incra, foi comprovado que os servidores estavam associados a uma empresa com o objetivo de repassar documentos e informações privilegiadas, bem como auxiliarem no direcionamento de licitações destinadas a compra de equipamentos e serviços de informática. O crime também acontecia em outros órgãos, como os Correios. A fraude desencadeou a Operação Déjà Vu, em 2008.
Já com relação à CDP, ficou demonstrado que o servidor recebeu vantagem pecuniária indevida em relação à aquisição de um veículo de luxo financiado.
