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Ministério Público aperta cerco a Jorge Picciani

O Ministério Público vai solicitar novas diligências e oitivas de novas testemunhas no inquérito que investiga desde 2013, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Picciani (PMDB). Ele é suspeito de enriquecimento ilícito.

As investigações apuram a lavagem de dinheiro na venda de gado pela empresa pecuária do peemedebista, a Agrobilara, a fornecedores do governo do estado do Rio de Janeiro. Picciani é pai do ministro dos Esportes, o deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ).

Entre os suspeitos de participar da lavagem está o empresário Paulo Afonso Frias Trindade Júnior, amigo e sócio de Picciani no mercado de gado, que é proprietário da Fazenda Nova Trindade, importante criadora de bovinos da raça Nelore do País, que em 2012, ganhou notoriedade após seis anos de atividade. Rreportagem da edição 144 da revista Dinheiro Rural, de 01 de março de 2012, destacava o sucesso na criação de gado do grupo e também a atuação de uma empresa de Trindade em negócios de computação.

Trindade é proprietário da Investiplan Computadores e Sistema de Refrigeração Ltda., que tem mais de R$ 200 milhões em contratos com o governo do Rio de Janeiro. A empresa aluga unidades de computadores à secretaria de Educação do estado, entre outras. E em 2011, a Investiplan chegou a ser contratada pela Polícia Civil por um ano para locação de microcomputadores cujo contrato somou R$ 7,7 milhões.

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