A Agência Reguladora de Águas e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) terá que exonerar dez servidores que exercem cargo de gestor executivo e de assessor. A determinação é da 7ª Vara da Fazenda Pública do DF em ação que deu entrada pelo Ministério Público em fevereiro de 2014.
A Agência contratou os servidores para exercerem os cargos de chefia e assessoramento, porém, nenhum deles possui servidores subordinados hierarquicamente e que, na realidade, eles não exercem nenhuma das funções para as quais foram nomeados, sendo injustificáveis as contratações.
