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Mínimo deveria ser de R$ 3.899 em abril, diz Dieese

O repasse do custo dos produtos continuam encarecendo a cesta básica para o consumidor final. Em abril, segundo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário-mínimo necessário para a manutenção de uma família deveria ser R$ 3.899. Ou seja, mais de quatro vezes o salário-mínimo do trabalhador brasileiro. 

Os dados, divulgados nesta segunda-feira (8), são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Dieese.

O preço da cesta básica subiu em todas as capitais do país no mês de abril. Com as maiores altas registradas em Porto Alegre, onde os itens subiram 6,17%, e Cuiabá, onde a alta ficou em 5,51%. Na capital gaúcha, o conjunto de produtos básicos custa R$ 464,19. 

As maiores altas foram registradas em Porto Alegre (6,17%), Cuiabá (5,51%), Palmas (5,16%), Salvador (4,85%) e Boa Vista (4,71%). Já as menores elevações foram observadas em Goiânia (0,13%) e São Luís (0,35%). 

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