Ícone do site Misto Brasil

Matemática e física para combater o crime organizado

O agente de Polícia Federal Bruno Requião da Cunha garante que aliar matemática, física e algoritmos amplia os resultados numa investigação de sucesso em novo paradigma no entendimento das redes criminais e no seu combate.

Bruno, que é membro da Associação Internacional de Analistas de Aplicação da Lei de Inteligência, demonstrou numa tese de doutorado em Física na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A pesquisa sobre o uso da física nas investigações das redes de crime organizado já foi aplicada na operação Darknet, para combater uma rede de distribuição de pornografia infantil na internet.

 “Muitas vezes o criminoso que faz a ligação entre aglomerados de pessoas é considerado menos importante por não ser o líder de uma organização criminosa. É um pouco diferente do que estamos acostumados. Ultimamente o foco tem sido o líder, como por exemplo, um Fernandinho Beira Mar”, explica Bruno num texto publicado pelo sítio eletrônico da Fenapef.

“Os pontos de comunicação na verdade são as colas que unem pessoas que não aparecem tanto, mas que são os que fazem com que as organizações criminosas se fortaleçam do ponto de vista matemático”.

Sair da versão mobile