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Novo capítulo nesta terça na política da saúde pública do DF

Não é nenhuma novidade que a área de saúde, há muito tempo, anda muito mal das pernas no Distrito Federal, que vive uma situação de emergência. Nos últimos dois anos, o escândalo que envolve parlamentares no desvio de recursos acabou na polícia. Para completar, o governo do Distrito Federal e os sindicatos das categorias fazem uma queda de braço que tem novo capítulo nesta terça-feira na Câmara Legislativa.

O motivo desta vez é a transformação do Hospital de Base num modelo similar ao Hospital Sara. O projeto foi encaminhado pelo governo, mas enfrenta a resistência dos sindicalistas. O bate-boca envolve especialmente o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e o presidente do Sindicato dos Médicos do DF, Gutemberg Fialho.

Rollemberg diz que o sindicato nunca o procurou para propor sugestões para a saúde, somente para benefícios como retirar o ponto que registra a jornada de trabalho dos profissionais. Gutemberg, por sua vez, afirma que o governador está fora de si.

Em um dos capítulos dessa briga que prejudica a população, os sindicalistas pediram a revogação das portarias que tratam da política de atenção primária à saúde e criticaram a estrutura “inadequada” para implementar o modelo de saúde da família proposto pelo governo.

O modelo a ser adotado na atenção primária – alcança 32% de 2,9 milhões de pessoas, segundo dados do Ministério da Saúde. Segundo o recomendado, uma equipe de saúde da família deve ser integrada por um médico, um enfermeiro, até dois técnicos de enfermagem e seis agentes comunitários de saúde.

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