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Arrocho ao servidor com suspensão de reajuste

A falta de dinheiro no Tesouro Nacional vai atingir o bolso do servidor público federal daqui a seis meses, no início de 2018. O reajuste previsto para várias categorias será adiado, segundo disseram fontes do governo, cujas informações foram publicadas por Alexandro Martelo, do portal G1.

Com a medida que já está sendo chamada de “pacote de maldades”, o governo espera reduzir os gastos em R$ 9,7 bilhões em mais um esforço de atingir a meta fiscal.

Em nota encaminhada ao Misto Brasília, os ministros do Planejamento, Dyogo Oliveira, e da Fazenda, Henrique Meirelles, informaram que “em reunião no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (10) demos continuidade às discussões sobre a situação fiscal do país. Na próxima segunda-feira (14), retomaremos as conversas e, assim que houver uma decisão em relação à meta fiscal, divulgaremos imediatamente”.

Na Imprensa, comenta-se que devem ser anunciadas novas ações para conter as chamadas despesas obrigatórias. Uma é a criação de um limite de R$ 5 mil para o salário inicial de novos servidores do Executivo, valor que depois subiria gradativamente, conforme fique fixado em concurso público. O G1 diz que está em estudo, ainda, o corte do auxílio-moradia pago a servidores públicos.

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