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No Senado Federal, a agenda e o corporativismo

No Senado Federal dois assuntos devem tomar a agenda dos parlamentares. A primeira é de interesse corporativo: a defesa do mandato do senador afastado Aécio Neves (PMDB-MG), já que muitos deles pode ficar na mesma situação. Na última semana, por 43 votos a 8, os senadores aprovaram um requerimento de urgência para que o plenário da Casa se debruce sobre a decisão do STF.

Em princípio, a sessão está marcada para terça-feira (3), mas a data pode ser alterada diante da possibilidade de uma solução consensual entre os dois Poderes. Diante das críticas de parlamentares de diversos partidos de que a decisão da Corte contrariou o que diz a Constituição sobre o cumprimento de ações de restrição de liberdade, o STF agendou para o dia 11 o julgamento de uma ação sobre o assunto.

Outro assunto é a CPMI chapa branca da JBS. Devem ser ouvidas ex-autoridades que podem explicar ou não benefícios de empréstimos concedidos pelo BNDES à empresa. No final de semana, a revista Veja informou que os negócios da JBS movimentaram R$ 248 bilhões, segundo relatório do Coaf.

Para a sessão de terça-feira (3), foram convocados o ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e o representante dos acionistas minoritários da empresa, Márcio Lobo. 

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