O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta terça-feira (28) que está pronto para as eleições de 2018 do que estava em 2006, e disse que se preparou para ser o próximo presidente do Brasil.
“Estou mais maduro. Quando era estudante de Medicina, visitei Cora Coralina e ela disse que nós estamos matriculados na escola da vida onde o professor é o tempo. Tempo nos ensina, amadureci, me preparei. Defenderei agenda reformista, de competitividade, não tem mágica, vai ter muito trabalho e campanha não é fácil”, disse em entrevista à rádio Jovem Pan, acrescentando que “me preparei e procuro permanentemente estar preparado para esse desafio”.
Alckmin enfatizou que pretente “melhorar a vida das pessoas”, pouco depois de mencionar a situação esoncômica difícil. E quanto à candidatura à Presidência, praticamente cristalina, que passará por prévias com ausência de lideranças que o confronte no ninho tucano. Já está de olho na composição de alianças, inclusive com aliados do presidente Michel Temer.
“Infelizmente o Brasil, que tem um dos piores sistemas políticos do mundo, tem quadro pluripartidário e não temos 28 ideologias. Não é fácil. PSDB tem que ter programa, que vai ser apresentado hoje. E em torno desse projeto fazer alianças, ninguém governa sozinho. Partidos que têm identidade conosco e não terão candidatos, nós vamos trabalhar para estarmos juntos”, projetou Alckmin. Fernando Henrique Cardoso, insensa a candidatura após ficar sem opções.
