O maior acidente da história da aviação envolvendo uma equipe esportiva completa um ano. Na noite de 28 de novembro de 2016, o voo 2933 da LaMia que levava a delegação da Associação Chapecoense de Futebol para sua primeira final internacional caiu nas montanhas de Antioquia, próximo à cidade colombiana de Medellín. O clube brasileiro enfrentaria o Atlético Nacional pelo jogo de ida da decisão da Copa Sul-Americana.
O espírito do Índio Condá segue forte e, agora com o apoio dos eternos guerreiros, mais vivo do que nunca, registra a DW.
A tragédia causou a morte de 71 ocupantes: 19 jogadores, 14 da comissão técnica (incluindo o treinador Caio Júnior), 20 jornalistas, nove dirigentes (entre eles o presidente do clube, Sandro Pallaoro), dois convidados e sete tripulantes. Seis sobreviveram: os atletas Alan Ruschel, Neto e Jackson Follmann, o jornalista Rafael Heinze, a comissária Ximena Suárez e o técnico de voo Erwin Tumiri.
Do luto às homenagens: a ascensão meteórica da Chapecoense, que em 2009 ainda disputava a Série D do Campeonato Brasileiro, foi interrompida no monte Cerro el Gordo, posteriormente renomeado Cerro Chapecoense.
Da solidariedade ao aplauso aos eternos campeões: a pedido do próprio Atlético Nacional, a Conmebol declarou a Chapecoense campeã da Copa Sul-Americana de 2016.
Das lágrimas à reconstrução de um clube modelo em gestão esportiva no Brasil: o índio Condá renasce como a Fênix.
