Depois de quase cinco meses – após ter anunciado em agosto do ano passado – o Palácio do Planaltol publica quarta-feira (10) no Diário Oficial da União, o decreto presidencial que acaba com 60,9 mil cargos da administração pública federal que já estão vagos, já extintas ou que dependeriam de novos concursos públicos para serem ocupados.
Entra também em vigor a proibição de novos concursos públicos ou a ampliação do número de vagas adicionais em certames já autorizados., como o do Ministério da Fazenda.
De concreto a extinção de cargos não vai refletir em economia da folha de pagamento, pois há tempos os cargos não estavam sendo ocupados. É o caso de agentes administrativos de ministérios, odontólogos, auxiliares de enfermagem e agentes de saúde pública da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), na qual deixarão de existir 5 mil cargos, como também datilógrafos, agente de microfilmagem e perfurador digital, que são quadros da Imprensa Nacional.