Talvez daqui a três ou quatro semanas, a 6ª. Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal retome o julgamento do recurso do ex-governador Agnelo Queiroz (PT), que teve os bens bloqueados em até R$ 1 milhão em decisão da mesma Tuma no dia 25 de janeiro. Agnelo já foi condenado em sete processos, a maioria por improbidade administrativa.
O julgamento foi suspenso nesta semana porque o desembargador José Divino pediu vista do processo. No seu parecer, o relator desembargador Carlos Rodrigues concluiu que não houve dolo de Agnelo ao determinar a reintegração do ex-deputado distrital Marco Lima ao quadro da Polícia Militar do DF. Ele considera improcedentes os pedidos de condenação por improbidade pelo Ministério Público do Distrito Federal.
Pelo regimente interno do Tribunal de Justiça, o pedido de visto tem dez dias úteis para ser concluído, mas para entrar em pauta novamente precisa de nova data a ser definida pelo 6ª. Turma, integrada ainda pelo desembargador Esdras Neves.
