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Assassinos sabiam onde estava vereadora do PSol executada

Policiais da Divisão de Homicídios (DH) que investigam o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol), na região central do Rio, acreditam que os responsáveis pelo crime já sabiam o lugar exato que a parlamentar ocupava dentro do carro: no banco traseiro à direita, segundo publicou hoje o site do Extra. Os suspeitos do assassinato são policiais do 41º Batalhão da Polícia Militar, de Acari, do Rio de Janeiro.

O deputado Carlos Minc, lembrou, hoje, em sua rede social, que o batalhão denunciado domingo por Marielle Franco, é, segundo a CPI das Armas “que eu presidi, aquele que mais matou, que mais atirou. Não podemos prejulgar. Há que investigar a fundo. Inclusive por equipe independente!”

Segundo agentes da delegacia, os disparos foram feitos de trás para frente do veículo e entraram pela janela lateral traseira. Por estar na linha de tiro, o motorista Anderson Pedro Gomes também foi alvejado. O carro, um Chevrolet Agile branco, tem vidros escurecidos. Nenhum pertence foi levado. A principal linha de investigação é a de execução.

Segundo a reportagem, os agentes encontraram nove estojos no local do crime. A assessora de imprensa de Marielle, que estava sentada ao seu lado no banco traseiro, foi atingida por estilhaços.

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