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UnB de pires na mão para suportar a crise financeira

O sinal amarelo está aceso na reitoria da Universidade de Brasília (UnB). Se não cortar gastos com urgência ou se não acontecer aporte de recursos do governo federal, a instituição poderá arcar com os gastos até setembro. Depois disso, tudo será uma questão de aposta. O déficit é de mais de R$ 92 milhões.

Num encontro hoje com a comunidade universitária, a Reitoria informou que há necessidade de redução de quase R$ 40 milhões em gastos e a previsão de incremento de pouco menos de R$ 51 milhões foram apontadas como possíveis formas de amortecimento da grave situação orçamentária atual.

A assessoria da UnB informou hoje (29) que esta semana, a reitora Márcia Abrahão e as decanas de Planejamento, Orçamento e Avaliação Institucional, Denise Imbroisi, e de Administração, Maria Lucília dos Santos, estiveram no Ministério da Educação duas vezes.

“O MEC tem nos recebido e se mostrado sensível, mas, infelizmente, mesmo com nossas explicações e apelos, não obtivemos nenhuma resposta positiva”, resume Márcia Abrahão, em relação aos dois encontros.

O documento detalha que, este ano, a UnB praticamente não conta com restos a pagar e “nem possui, previstos em seu orçamento, recursos que possam ser ofertados para a solicitação de alterações orçamentárias, quer de investimento, quer de custeio.”

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