Diz o ditado que “rei morto é rei posto”. Pois a frase cabe ao ex-presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, cuja atuação “abaixo da média”, na opinião de Michel Temer, teria sido o principal argumento para transferir o ministro do Planejamento, Dygo Oliveira, para o cargo do demissionário, que vai concorrer à Presidência da República pelo PSC.
Dyogo conversou hoje com o presidente Michel Temer, segundo informou o jornalista Gerson Camaroti. Dyogo não queria ir para o BNDES, mas pretendia assumir o Ministério da Fazenda, que será ocupado por Eduardo Guardia (secretário-executivo do ministério) com a saída prevista esta semana de Henrique Meirelles, que pretende concorrer à sucessão de Temer.
O substituto de Oliveira deverá ser o secretário-executivo Esteves Pedro Colnago. Assim como Oliveira, Colnago é próximo do senador e presidente do MDB, Romerto Jucá (RR). Esta transferência já foi comentada ao longo da semana, assim como os remanejamentos dos ministérios dos Transportes e Saúde, já consolidados.