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As articulações na Suprema Corte

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Não há clima (por enquanto) para se discutir no plenário do Supremo Tribunal Federal, novamente, a execução da pena após condenação em segunda instância. Pelo menos até a ministra Cármen Lúcia ficar sob o comando da Corte, informou o jornalista Magno Martins.

Mas, alguns advogados já fazem romaria ao ministro Dias Toffoli, que já sinalizou – nos bastidores – que irá colocar o tema em votação quando estiver na presidência do STF. Ele sucederá Cármen Lúcia daqui a cinco meses, no dia 12 de setembro.

Magno lembra que Dias Toffoli foi indicado, em 2009, pelo ex-presidente Lula da Silva para ocupar uma cadeira no STF e votou a favor do habeas corpus do petista na semana passada. Mas foi voto vencido.

O ministro (criticado por ter somente o título de graduação, como formação acadêmica) foi advogado do PT e do ex-ministro José Dirceu, além de advogado-geral da União no governo Lula e consultor da CUT em 1994.

E de acordo com o site O Antagonista, o PT recorre ao presidente Michel Temer para tirar Lula da cadeia. Segundo o Estadão, “o PT e o Palácio do Planalto iniciaram uma aproximação para tentar barrar a prisão após condenação em segunda instância no Supremo Tribunal Federal (…). Um dos objetivos é pressionar o ministro Alexandre de Moraes, nomeado pelo presidente Michel Temer para o Supremo”.

 

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