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Presidenciáveis entram na onda dos caminhoneiros

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O aumento dos combustíveis virou o prato da vez no menu dos pré-candidatos à Presidência da República nesta segunda-feira (21). O assunto foi embalado pelos políticos em função da paralisação dos caminhoneiros em 15 estados e no Distrito Federal, que protestam contra os impostos que incidem sobre o diesel – veja abaixo o quadro da incidência da tributação

Até o candidato que tem um pé no Palácio do Planalto, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), resolver falar sobre o reajuste. Disse que na quarta-feira uma comissão geral na Câmara vai discutir o impacto dos impostos e o Senado e a Câmara vai criar uma comissão especial para ouvir as partes envolvidas com a produção, distribuição e comercialização dos combustíveis.

Ciro Gomes (PDT), afirmou que a alta nos preços dos combustíveis “é uma aberração que praticamente nega a razão de ser da própria existência institucional da Petrobras”. Jair Bolsonaro disse que “não pode a Petrobras querer tirar o atraso da roubalheira em cima do consumidor… o preço do diesel todo mundo paga”. Álvaro Dias (Podemos) também entrou no ataque: “Onde está o bom sendo? Novo aumento amanhã (terça)? Não pode ser! Basta”.

Marina Silva (Rede) não se manifestou, assim como Henrique Meirelles (MDB). Foi Meirelles quem aumentou os impostos no ano passado que incidem sobre os combustíveis. João Amoêdo (Novo) também ficou em silêncio, assim como Geraldo Alckmin (PSDB).

 

 

Gasolina Diesel Etanol

 

43%

 

27%

 

26%

ICMS (imposto estadual, varia conforme o estado) 25% a 34% do valor de pauta 12% a 25% do valor de pauta 12% a 30% do valor de pauta
PIS/COFINS (imposto federal)  R$ 0,7925/litro  R$ 0,4615/litro R$ 0,1309/litro para o produtor e R$ 0,1109 para o distribuidor
CIDE (imposto federal)   R$ 0,1000/litro   R$ 0,0500/litro não incide sobre o etanol

Maio/2018 – Média Brasil 

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