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Bolsonaro reforça discurso liberal com Paulo Guedes

O pré-candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira que a escolha do economista Paulo Guedes para assessorá-lo não foi apenas para “cartão de visita”, procurando reforçar o discurso liberal que vem adotando em questões econômicas.

Bolsonaro também defendeu que a Petrobras tenha uma política de mercado para os preços dos combustíveis, mas criticou o monopólio da estatal. Bolsonaro também apontou a necessidade de um preço mínimo para o frete, ao mesmo tempo que criticou o tabelamento.

O presidenciável aproveitou para voltar a criticar as aquisições chinesas no Brasil, especialmente de terras, e afirmou que a segurança alimentar do país está em risco. “Não podemos abrir as nossas terras agricultáveis”, disse. “A China está comprando o Brasil.”

Sem perder a chance de criticar os governos petistas, Bolsonaro disse que a ex-presidente Dilma Rousseff tinha “rascunhado” a decretação de estado de defesa na época de seu impeachment, mas recuou após ser informada de que não teria apoio do Exército para a medida.

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