As eleições deste ano serão completamente diferentes daquelas a que estamos acostumados, como demonstrou o PT esta semana – à maneira dos gangsters e acumpliciado com um plantonista umbilicalmente ligado ao partido – ao tentar soltar um preso apontado como chefe de uma poderosa organização criminosa, para isso passando o desembargador por cima de seu próprio tribunal, do STJ e do STF.
Esta abertura dos trabalhos, nesse nível tão baixo, mostra o que está por vir e certamente não será um jogo elegante de críquete, mas uma briga de foice no escuro ou de golpes de navalha sacada da liga da meia, como se o país fora o bas fond do cais do porto.
Em consequência, impõe-se dizer a verdade com termos que a retratem de forma nua e crua, pois não há qualquer possibilidade de palavras elegantes para debate de ideias, afastadas por delinquentes de vários tipos.
Os candidatos de centro, por coincidência da região centro-sul, não poderão se travestir subitamente em rufiões, acostumados que estão aos conchavos elegantes em que vale mais o que não é dito do que aquilo que é pronunciado.
O PT, portanto, truculento e sem lucidez estratégica, empurra o país para o outro extremo, o único capaz de enfrentar petistas que agem como as SA nazistas e riem de reações comportadas da burguesia.
O Brasil poderá caminhar assim para o centro-direita, como forma de se contrapor àqueles que condenados e presos em bom número, longe de se sentirem acuados, assumem a iniciativa e o protagonismo dos acontecimentos políticos, enquanto o governo agoniza e os demais partidos pensam apenas em si, considerando uma ingenuidade a simples menção ao Brasil e ao patriotismo.
Há uma degeneração de comportamento, com a consagração da falta de escrúpulos como algo de perfeita naturalidade.
Em contraposição, de nada adianta apenas alardear braveza, como pretende o candidato do PDT, que se comporta como um “coronel”, dono da verdade, professor de Deus, já aquinhoado com as primeiras e fortes vaias que demonstram o descontentamento do público com seu desagradável e impróprio comportamento.
No que tange à Rede, deve ao país explicações sobre quatro anos de silêncio diante de tudo que aconteceu, para vir agora tentar colher sua recompensa, que faz dela apenas um PT verde.
Sendo indiscutível que só existem três posições políticas, centro, esquerda e direita, com alguns casos em que o centro tem viés numa ou noutra das outras direções referidas, conclui-se que não podendo o Brasil receber de volta uma esquerda de ladrões, nem aceitar um centro que significa apenas trocar seis por meia dúzia, as circunstâncias atuais indicam que caberá ao centro-direita a tarefa de por o país no caminho da reconstrução, como brada nossa própria Bandeira, Ordem e Progresso.
O nome que no momento resume as condições de vitória é um segredo de Polichinelo. A mídia e a maioria o conhecem, muitos ainda não o revelam.
