Jornalista pioneiro de Brasília e que mantinha desde a fundação da capital federal a coluna “Visto, Lido e Ouvido” no jornal Correio Braziliense, Ari Cunha, morreu na madrugada de hoje aos 91 anos. O velório está previsto para a manhã desta quarta-feira (01) e o sepultamento, para às 17 horas, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul.
A filha dele, a jornalista Circe Cunha, que trabalhava com também na coluna e no blog, informou que o pai faleceu em casa após falência múltipla de órgãos devido à idade e às condições de saúde dele. Ari era um dos condôminos dos Diários Associados que ainda mantém uma rede de jornais e outros veículos de comunicação no Brasil.
O Correio Braziliense publicou agora pela manhã que o jornalista Ari Cunha acompanhou a rotina e lutou por uma capital melhor por 58 anos na coluna, primeiramente no jornal impresso e depois em um blog. “É provavelmente, a coluna mais longeva da imprensa brasileira”, diz a nota.
O governador Rodrigo Rollemberg lamentou a morte do pioneiro e decretou luto oficial no Distrito Federal por três dias.
