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Mulher vigilante enfrenta deputado que ameaçou com arma

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A atitude firme e corajosa de uma vigilante foi decisiva para que o deputado distrital Wellington Luiz (MDB), vice-presidente da Câmara Legislativa, não sacasse a arma que levava à cintura. O parlamentar com um assessor, um advogado e um sindicalista tentaram forçar a entrada no Instituto Hospital de Base e foram impedidos pelos vigilantes. O caso foi parar ontem na 5ª. Delegacia de Polícia.

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No bate-boca, Wellington Luiz botou a mão na arma em atitude claramente de ameaça a um vigilante. O assessor André Rizzo se postou entre o parlamentar e o vigilante. A mulher, colega do vigilante, de plantão na UTI impediu com voz firme que algo pior pudesse ocorrer. Estavam com o deputado o advogado, Valdinei Cordeiro Coimbra e o sindicalista Silas, do SindSaúde, entidade que faz críticas ao sistema de saúde do Distrito Federal.

O deputado distrital alega que a função do parlamentar é fiscalizar o Executivo, mas sua presença na UTI supostamente foi um ato político.  Além disso, foi armado a um local público. A confusão provocou tumulto na entrada do hospital. Ele é policial civil, tenta a reeleição e é adversário do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que tambem quer se reeleger.

O argumento do deputado de fiscalizar a gestão pública é até justificável, o que não é o parlamentar forçar a entrada, bater boca com os vigilantes, ameaçar com arma de fogo e claramente praticar o abuso de autoridade. “Agora nós sabemos o porque dessa reação. Conseguimos recuperar um documento que confirma a denúncia e mostra claramente que uma paciente morreu por negligência médica”, alegou o distrital em declaração ao CB.

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