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Centrais darão apoio a Ciro e Haddad desconversa sobre Lula

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Em seu primeiro compromisso de campanha desde que foi oficializado como candidato à Presidência do PT, o ex-prefeito Fernando Haddad desconversou sobre qual será o papel do ex-presidente Lula da Silva em um eventual governo petista.

“Tivemos muito cuidado com isso em função das circunstâncias. Fizemos um programa muito pormenorizado para que a sociedade saiba o que faremos a partir de 1º de janeiro: reforma tributária para reduzir a carga sobre os mais pobres, reforma bancária para reduzir os juros, retomada de obras públicas”, elencou, entre outros pontos. “Então, quem quiser saber como será o próximo governo do PT, a nossa cartilha a partir de janeiro foi assinada por Lula e por mim”.

A candidata a presidente Marina Silva (Rede) que, com a oficialização de Fernando Haddad como candidato à Presidência pelo PT, “agora a eleição começa”. Segundo Marina, Haddad terá de que responder, ao apresentar suas propostas e trajetória, por que nos anos de governo de Dilma Rousseff e de Michel Temer o Brasil aumentou a corrupção.

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse que se for eleito pretende fazer um grande esforço para descartelizar o sistema bancário, caso contrário vai abrir o mercado a instituições estrangeiras.

Ele vai receber, em São Paulo, o apoio de sindicalistas das centrais Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CSB (Central de Sindicatos Brasileiros) e Nova Central.

De acordo com o Secretário-Geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna, os sindicalistas negociam uma data com a coordenação da campanha de Ciro. O ato deve acontecer em 14 ou 15 de setembro e vai contar com a presença do ex-governador do Ceará e da candidata a vice Kátia Abreu (PDT).

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