Nem mais, nem menos. E não apenas o inferno político-institucional e administrativo que se instalará no País afetando sua bolsa e sua vida, mas de certo para o inferno propriamente dito.
O voto na candidatura Haddad representaria uma anistia a todas as infrações éticas, morais, administrativas e penais praticadas pelo PT, com as consequências conhecidas do colapso moral e econômico do Brasil, com milhões de desempregados, subempregados, desalentados ou relegados à informalidade, cada grupo com mais ou menos 15 milhões de irmãos nossos, totalizando cerca de 60 milhões de brasileiros alijados da vida econômica da Nação.
Além de não ser possível perdoar os algozes, tampouco é admissível que se tripudie sobre os sofredores.
Isso é pecado, pecado mortal.
O voto na chapa petista caracterizaria uma cusparada nos milhões de compatriotas que olham para nós, na esperança de que nos somemos a eles para restaurar a honra, a dignidade e a prosperidade econômica de nossa terra.
Não é admissível um candidato presidencial que encarna marionete manipulada desde a prisão de Curitiba, que o excomungado transformou em uma espécie de PCC político a comandar, além do cárcere e fora dele, os que controla e que o servem cegamente.
Esta candidatura, se chegasse à disputa final no 1˚ ou 2˚ turno, não nos deixaria outra alternativa senão exorcizá-la com o voto em Jair Bolsonaro, sustentando a cruz com que se afugentam os vampiros do sangue de nosso povo.
Não bastasse a cabeça da chapa, o demônio introduziu na eventual linha sucessória personagem de aparência externa tão inofensiva quanto horroroso é o fulcro do seu pensamento político, em que a inverdade e o cinismo só não tangenciam o campo psiquiátrico, porque preserva a responsabilidade penal, sabendo que mente quando afirma em cadeia nacional de TV que é contra a prisão de Lula porque ele é inocente, porque não houve crime, não houve processo e nem sentença condenatória, como se falasse a uma Nação descerebrada e sem memória, mergulhada na ignorância e na desinformação.
A vice é pior do que o titular, façanha difícil de conseguir, mas que ela realiza de forma sádica e irresponsável, como também o faziam os encarregados do supostamente psiquiátrico arquipélago Gulag e dos campos de concentração.
Lula, Dilma, Haddad e Manuela são os 4 cavaleiros do Apocalipse, e cavalgam em nossa direção, convencidos de que se não é possível enganar todo o povo durante todo o tempo, é possível enganar uma nova geração depois da outra.
Falam do futuro como se não tivessem que responder pelo passado.
Essa cavalgada há de ser detida com estacas pontiagudas fincadas no chão e para tanto não basta o grupamento de centro e nem há tempo agora para qualquer união de cúpula, mas sim para que um chevalier sans peur e sans reproche reúna em torno de si, pelo seu próprio carisma, os eleitores que já não obedecem a “coronéis”, mas que informados pela mídia e pelas redes sociais, poderão surpreender aqui como já fizeram em outras partes.
Os cavaleiros do Apocalipse não passarão.
