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PF investiga denúncia e candidatos ficam em silêncio na internet

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O Ministério Público Federal e a Polícia Federal foram acionados para averiguar uma suposta ocorrência envolvendo uma urna que impediria eleitores de escolherem outros candidatos a presidente da República que não o candidato do PT, Fernando Haddad, disse neste domingo a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber.

Em vídeo nas redes sociais, o candidato a senador pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), disse que uma urna impedia o eleitor de concluir seu voto para presidente em Bolsonaro, com o sistema remetendo a escolha para o adversário do PT.

Depois de um sábado intenso de muitas postagens, neste domingo (7) os presidenciáveis se mantêm em silêncio em suas redes sociais. De acordo com a resolução do TSE, que trata da propaganda eleitoral, no dia da votação, manifestações na internet configuram crime punível com detenção de 6 (seis) meses a 1 (um) ano ou prestação de serviço por igual período e multa.

Ainda segundo o artigo 81 da resolução, é proibida a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos, além da publicação de novas postagens ou o impulsionamento de conteúdos nas aplicações de internet .

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