O presidente do DEM, ACM Neto, afirmou que o Centrão não atuará como bloco no segundo turno das eleições presidenciais.. “Cada partido tomará sua [decisão]”, disse. Fazem parte do bloco o PP, DEM, PR, PRB, PSD, PTB e Solidariedade, que elegeram 173 deputados federais. Se computados também o PROS, Avante, Patriotas e PHS, o número chega a 199.
O diretório nacional do PPS decide nesta quarta-feira (09) sobre o apoio do partido no segundo turno na campanha presidencial. O presidente da agremiação, Roberto Freire, defendeu que o partido tenha uma posição de independência. Freire não conseguiu se reeleger deputado federal, mas o PPS manteve a bancada de oito parlamentares na Câmara.
O presidente do PDT, Carlos Lupi, disse que o partido deve anunciar o que está chamando de “apoio crítico” à candidatura de Fernando Haddad (PT), no segundo turno. De acordo com o Estadão. De acordo com o jornal, a decisão será sacramentada em reunião da Executiva Nacional da legenda, marcada para esta quarta-feira. “Não queremos nenhum cargo em lugar nenhum”, disse Lupi.
O Psol divulgou nota oficializando apoio ao candidato Fernando Haddad (PT) no 2º turno das eleições presidenciais. A senadora Ana Amélia Lemos (PP), vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência, declarou seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL). “Não quero que o país corra o risco da volta do PT ao poder”, disse. “Seguirei a decisão do PP-RS, apoiando no 2º turno a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência”.
O atual governador do Rio Grande do Sul e candidato a reeleição, José Ivo Sartori (MDB-RS), tomou uma decisão rápida. O emedebista definiu, junto de seu diretório estadual, que apoiará o candidato Bolsonaro. A advogada Janaina Paschoal (PSL-SP) disse que mantém apoio ao candidato Bolsonaro. Ela foi eleita deputada estadual em São Paulo com mais de dois milhões de votos.
