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Plano de ataque a cidades é abortado pela polícia

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O PCC planejava atacar seis cidades brasileiras nos próximos dias, inclusive a sede do Departamento Penitenciário Nacional, em Brasília. O plano foi abortado por agentes penitenciários. Neste momento, policiais federais cumprem mandados judiciais no complexo penitenciário de Roraima contra presos por conta deste plano que poderia tumultuar as eleições de segundo turno.

São cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão – três deles em celas da penitenciária e um em imóvel da capital de Roraima -, além de outras medidas cautelares como a proibição de visitas intimas e a inclusão em regime disciplinar diferenciado.

Pelo que se informou até agora, os ataques incluiriam além de queima de ônibus e ataques a órgãos públicos, como já ocorreu em diversas oportunidades, o uso de carro-bomba, artifício usado largamente pelos grupos terroristas.

Em junho ocorreu uma operação contra o PCC em 14 cidades. As investigações começaram em junho de 2017, segundo o Estadão, quando o líder máximo da facção, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, estava isolado pela sexta vez. Em fevereiro, foi divulgado um plano da organização para matar líderes da própria organização.

A organização criminosa é a mais poderosa do Brasil com ligações internacionais e domina praticamente todos os presídios. Há outras organizações criminosas que se organizam a partir das cadeias.

A imprensa informou logo pela manhã que as investigações identificaram que a facção criminosa já havia realizado o levantamento da rotina e atividade de diversos servidores públicos fora do ambiente de trabalho para serem sequestrados e/ou assassinados em seus momentos de folga.

 

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