A ´prioridade do novo presidente da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), Wellington Luiz (MDB), será armar a segurança do órgão com pistolas taser. Foi o que disse na entrevista que concedeu esta manhã à Rádio CBN ao ser questionado sobre a segurança nas estações. Wellington foi o protagonista de um escândalo recentemente registrado no Instituto Hospital de Base, quando tentou sacar uma arma para ameaçar um vigilante.
De uma forma geral ele não soube responder objetivamente às perguntas do âncora Brunno Melo e dos ouvintes, o que demonstra falta de conhecimento técnico da complexidade de um setor de transporte fundamental para o brasiliense. “Vamos ter que conversar”, foi a frase mais usada.
O deputado distrital que não conseguiu se reeleger é mais uma indicação do MDB à futura administração de Ibaneis Rocha (MDB). O principal fator da escolha, além da filiação partidária, é a proximidade de Wellington com os sindicalistas do metrô.
Ibaneis também escolheu mais um advogado para seu governo. Denise Fonseca vai presidir a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Wilder Santos vai para as Centrais de Abastecimento (Ceasa) e para a Secretaria da Juventude, foi indicado o secretário-adjunto do PDT Leo Bijos, que é o chefe de gabinete do deputado distrital Joe Vale (PDT).
