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Exigência de propina no SindSaúde dá cadeia para 4 pessoas

Foram condenadas quatro pessoas investigadas em cobrança de propina contra o Sindicato dos Servidores da Saúde (SindSaúde) no âmbito da Operação Delfos, realizada em agosto de 2016.

A sentença proclamada no início de dezembro do ano passado, mas divulgada hoje pelo Ministério Público do Distrito Federal, condenou Edvaldo Simplicio da Silva (4 anos e nove meses) e Valdecir Marques de Medeiros e Christian Michael Popov ((6 anos e 2 meses). Beatriz Casagrande Simplicio da Silva, filha de Edvaldo, foi condenada pelo crime de lavagem de dinheiro com a pena foi fixada em 2 anos de reclusão em regime aberto e 6 dias-multa.

Eles ocupavam cargos no Governo do Distrito Federal e exigiram de Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde, R$ 214 mil em propina. O pagamento seria a forma de resolver um suposto problema na renovação do código de desconto para consignação em folha dos filiados ao sindicato. O dinheiro seria lavado por meio de contrato fictício com a empresa Netsaron Corretora de Seguros, administrada por Beatriz Casagrande Simplicio da Silva, filha de Edvaldo.

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