Foi lançada a segunda fase da campanha publicitária sobre a reforma da Previdência. As propagandas começaram a ser veiculadas em rede nacional e continuam no ar até meados de julho. Com custo de R$ 37 milhões, as peças serão exibidas em TV, rádio, aeroportos, rodoviárias, estações de metrô, redes sociais e páginas da internet. A agência de publicidade responsável pela campanha é a Artplan.
Segundo o secretário de Comunicação do Governo, Fábio Wajngarten “é um equívoco acreditar no fim das consideradas mídias tradicionais”, disse, acrescentando que a campanha “tem como objetivo unir o setor de comunicação e mídia”.
O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, classificou como ruído de comunicação as informações de que haveria um texto alternativo apresentado por parlamentares para a reforma da Previdência.
Depois de dizer, mais cedo no Rio de Janeiro que a classe política é o grande problema que impede o Brasil de dar certo, o presidente Jair Bolsonaro mudou o tom e disse que valoriza o Parlamento e que os deputados e senadores terão a palavra final sobre o texto da reforma da Previdência.
