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Bolsonaro defende porte de armas, mas diz que é democrata

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta terça-feira a manutenção do decreto editado por ele que flexibilizou o porte de armas no país, no dia em que o plenário do Senado vai votar uma proposta que pode sustar os efeitos da medida. A votação deve acontecer no final da tarde. (O Misto Brasília transmite as sessões do Senado.)

Segundo o presidente, no Brasil atual “quem está à margem da lei está armado” e a intenção do decreto é que os cidadãos tenham direito à legítima defesa, em linha com o que foi decidido na votação do Estatuto do Desarmamento.

Questionado o que fazer em caso de o Senado derrubar o decreto, o presidente respondeu: “Eu não posso fazer nada. Eu não sou ditador, sou democrata”. A proposta do Senado de sustar os efeitos do decreto, se aprovada, ainda terá de passar pela Câmara dos Deputados.

Bolsonaro também disse, em entrevista após cerimônia de hasteamento da bandeira em frente ao Palácio do Planalto, que a articulação política com o Congresso vai melhorar com a escolha do novo ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos.

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