Eu não assisto mais a novelas, filmes ou até mesmo comerciais com determinados artistas. Se é boicote? Não, de modo nenhum. É que, para mim, a imagem desses artistas está tão desgastada e associada a políticas nocivas que assim que os vejo minha mente os rejeita, automaticamente. Simplesmente ouvir suas vozes já me causa espécie.
Militantes raivosos na vida real aparecem vendendo absorvente e protetor solar como personagens equilibrados e pacíficos, na televisão. Pode isso, Arnaldo? Como vou acreditar que um produto desse é eficaz? Não compro.
Na novela, são personagens que destoam de suas causas. Perdem a verossimilhança. O melhor papel de Fábio Assunção, até hoje, foi aquele juiz psicopata mau-caráter do Nordeste. Coube perfeitamente ao ator. Ficou perfeito. Ele que não invente de querer vender margarina, porque não vai colar.
Quero saber quem é que acredita na Giovana Ewbank vendendo protetor solar e falando com voz mansa. Não dá. Essa moça vive uma militância política racista e preconceituosa e eu custo a crer que os produtos que ela recomenda são de boa qualidade, já que seu discurso real é uma fraude.
O marido dela, Bruno Gagliasso, fez um psicopata assassino que se passava por bom moço, na série Dupla Identidade, de 2014. Incrível como o papel lhe caiu com perfeição.
Todo o resto soa fake: novelas, comerciais (em que aparece posando de bom moço, nada a ver), filmes…
Fora eles, há uma miríade de outros atores que conseguem esvaziar toda a verdade de suas atuações porque fazem de suas lamentáveis atuações político-ideológicas seu papel principal. Não consigo mais levá-los à sério.
