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Mídia média

A mídia ataca o presidente incessantemente, esperando moldar as opiniões de milhões de brasileiros de acordo com seus interesses. As redes sociais censuram cada vez mais, numa arquitetura conjunta desonesta e pouco eficaz.

As estratégias nem são novas: meias verdades, mentiras inteiras, opiniões de “especialistas” das universidades da esquerda costurando argumentos de autoridade pífios, ameaças de descontrole e caos que visam a instaurar o pânico entre os consumidores dessas notícias.

Por isso, o Brasil é o país que mais consome agrotóxicos, o que não é verdade. Por isso, as universidades públicas vão acabar no mês que vem, o que não é verdade. Por isso, a Amazônia está a um passo da destruição total, quando foi nos governos Lula e Dilma que o desmatamento e a rifa às ONGs estrangeiras atingiram seus ápices.

Ser jornalista, hoje (dizem), não é buscar a notícia, mas saber selecioná-la. Mas há os que são criminosamente seletivos, usando e abusando da imaginação, de vis subterfúgios e de atos ilegais com o único propósito de destruir o atual governo.

Os atos decorrentes da boa administração do presidente e de sua equipe só são conhecidos graças a blogs, pequenas agências independentes, jornalistas não alinhados ao esquemão que alimentava o PT de méritos, enquanto bilhões de reais iam embora pelo ralo do BNDES, e em segredo.

Sim, há um preço que se paga por não recompensar financeiramente meios de comunicação e agências de publicidade. Por saber como esse sistema se organiza, continuo tranquila, conheço o quanto já foi feito em prol do Brasil, e em pouco tempo, pelo Governo Bolsonaro, e me mantenho firme apoiando um presidente que veio para quebrar as velhas estruturas de corrupção e crime há muito instaladas.

Vou repetir: presidente Bolsonaro, o senhor tem todo o meu apoio.

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