Ícone do site Misto Brasil

Melhor teste rápido é o aplicado no 7º. dia do início dos sintomas do Covid-19

coronavírus testagem DF

Sistema de testagem nos carros deverá ser retomado em breve no DF/Arquivo

Compartilhe:

Nota técnica do Ministério Público do Distrito Federal informa que o melhor teste rápido para identificar o Covid-19 é aquele aplicado a partir do sétimo dia do início dos sintomas. O exame identifica dois anticorpos diferentes contra o vírus: um indica infecção recente (IgM) e o outro, que a pessoa desenvolveu imunidade para o agente causador da doença (IgG).

Nesta manhã, a assessoria do MPDF informou que foram avaliados cinco testes rápidos disponibilizados pelo Governo do Distrito Federal, apontados como capazes de detectar os anticorpos presentes no sangue de pacientes que foram infectados pelo novo coronavírus.

Além do resultado do teste, é imprescindível a identificação de sinais e sintomas da síndrome gripal e a avaliação clínica e o acompanhamento da evolução da saúde do infectado. O documento tomou como base publicações de entidades médicas nacionais e do Ministério da Saúde.

Governadores anunciam que estão com coronavírus – #COMPARTILHE nossas informações

O período de incubação da Covid-19 é de até 14 dias, com média de 4 a 5 dias. Os sinais e sintomas incluem febre (83%-99%), tosse (59-82%), perda de força (44-70%), anorexia (40%), dor muscular (11-35%), secreção respiratória (27%), perda de paladar e/ou olfato (mais de 80%) e dificuldade de respirar (31-40%). Esse último deve ser um sinal de alerta para o agravamento do quadro.

“Apesar de os testes serem importantes ferramentas para a tomada de decisões, a Pró-Vida entende que não bastam para garantir a segurança dos cidadãos e que um contexto mais amplo deve ser avaliado antes de se decidir pelo relaxamento de medidas de isolamento social. Outro ponto é a necessidade de que os infectados diagnosticados pelos testes rápidos sigam em acompanhamento para que tenham suporte em casos de dúvida e eventual complicação causada pelo vírus”, disse a promotora de Justiça Alessandra Morato.

Sair da versão mobile