Operação “Falso Negativo” neste momento no Distrito Federal. São cumpridos 81 mandados judiciais de busca e apreensão pela Polícia Civil determinados pela Quinta Vara Criminal de Brasilia, A quadrilha agia na venda de testes da Covid-19 de baixa qualidade. Assim, os testes davam quase sempre o falso negativo. O golpe pode chegar a R$ 30 milhões. Nesta fase não tem prisão. Atualizado às 07h31
A operação também está sendo realizada em outros estados – Espírito Santo, Bahia, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás -, o que demonstra um esquema nacional organizado para desviar recursos públicos a partir da saúde pública.
O trabalho de investigação conta com a participação do Ministério Público do DF. Com a participação de servidores da Secretaria da Saúde, eram fraudadas licitações para compra de testes IgG/IgM com preços superfaturados. De acordo com as primeiras informações, a compra foi com dispensa de licitação com troca de marcas de testes por outras de qualidade inferior. São alvo também a Farmácia Central, o Laboratório Central, o diretor do Lacen, Jorge Antônio Chamon Júnior, e Iohan Andrade Struck,, diretor da Secretaria da Saúde, entre outros.
São investigados crimes como fraude a licitação, crime contra a ordem econômica, organização criminosa, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro e cartel.
