É preciso vencer o tabu e conversar sobre a saúde mental e o suicídio, diz a psicóloga brasiliense Andréa Chaves. “As pessoas com acesso à informação podem buscar o conhecimento que precisam e desmistificar os mitos acerca do tema, aqueles famosos ditos populares ‘ah isso é frescura’, é coisa de gente fraca’ e ainda ‘é coisa do diabo”.
O comentário da especialista em saúde mental é por conta da prevenção ao suicídio. Setembro é o mês dedicado a este problema que não é incomum e o dia 10 marca a luta de conscientização em todo o mundo. No Brasil, o suicídio ocupa o quarto lugar no ranking de causas de mortes mais comuns entre os jovens.
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“Humor depressivo (rebaixamento afetivo), redução da capacidade de experimentar prazer na maior parte das atividades, antes consideradas como agradáveis, fadiga ou sensação de perda de energia e diminuição da capacidade de pensar, de se concentrar ou de tomar decisões. Há ainda mudanças de comportamento, como o retraimento social, crises de choro, comportamentos suicidas e retardo ou agitação psicomotora”.
Andréa Chaves salienta que “estar confinado e isolado da sociedade pode ser um agente de combustão para o suicídio. Além de não estar com quem se gosta, conversar, se distrair, problemas financeiros, de saúde, além do medo, da insegurança também influenciam para a tomada desse tipo de decisão”.
