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Palanque da Casa da Mulher e a prévia das eleições no DF

Flávia Arruda, Damares Alves, Michele Bolsonaro, Ericka Filippelli e Ibaneis Rocha/Divulgação

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A inauguração da Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, foi uma prévia de como será a disputa política que antecede as eleições de 2022. Nesta tarde de terça-feira (20), as ministras Damares Alves (PTB) e Flávia Arruda (PL-DF) e a deputada federal Celina Leão (PP-DF), dividiram o mesmo espaço, mas num futuro próximo podem estar em campos opostos. As três devem ter um papel principal nas eleições majoritárias do próximo ano.

Celina e Flávia informaram, através de suas assessorias, que destinaram cada uma R$ 650 mil para o projeto da Casa da Mulher. Damares foi a que operacionalizou as duas emendas parlamentares.

A titular do Ministério da Mulher está disposta a se aventurar nas eleições, seja como candidata à única vaga do Senado Federal ou mesmo figurar como vice-governadora numa chapa a ser delineada nos próximos meses. Não seria surpresa, se concorrer à Câmara dos Deputados como num esforço para compatibilizar interesses partidários.

Celina Leão tem olhos para o Palácio do Buriti. Pode ser candidata a vice na chapa de Ibaneis Rocha (MDB), que pretende concorrer à reeleição. Há quem aposte que Ibaneis pode mesmo concorrer ao Senado. Já Flávia Arruda pode encabeçar a chapa ao governo ou, na pior das hipóteses, concorrer ao Senado. Não se espante sobre essas articulações em meio à pandemia, mas os grupos políticos já estão na pista faz algum tempo.

Mulheres política DF

O ato político contou ainda com a presença da primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, da secretária da Mulher, Ericka Filippelli, e da primeira-dama do DF e secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Rocha. Não será nenhuma surpresa se algumas delas também experimentar a política partidária, seja para a Câmara Legislativa ou mesmo à Câmara dos Deputados.

Sobre a Casa da Mulher Brasileira, Celina destacou a eficiência do Governo do Distrito Federal e da bancada do DF. “Felicidade em ver os recursos destinados por nós, parlamentares, sendo realmente efetivos e com objetivo de ajudar as mulheres que sofrem violência”. Para Damares Alves “traz a certeza de que, se trabalharmos juntos, a população só tem a ganhar”. E Flávia Arruda comentou que destinou recursos como deputada e presidente da Comissão de Combate à Violência Contra a Mulher “por entender a importância da integração dos serviços e proximidade com a população”.

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