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Secretários são trocados e Guedes nega pressão política

Ministério da Economia DF

Nos bastidores comenta-se que há pressão política para mudanças no ministério/Arquivo/Divulgação

Texto de Welton Máximo

Minutos depois de confirmar a substituição de três secretários e uma assessora especial, o ministro da Economia, Paulo Guedes, negou que a troca tenha ocorrido por pressões políticas. Em entrevista na portaria do ministério, ele disse que as trocas representaram um remanejamento após avaliações periódicas da equipe.

“Não há problema pessoal com ninguém. Não houve nenhuma pressão política para se fazer esse movimento”, declarou Guedes, acompanhado pelo novo secretário especial de Fazenda, Bruno Funchal, e pelo antigo titular do cargo, Waldery Rodrigues, que virou assessor especial do gabinete do ministro.

O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, assume a Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia. A secretaria do Tesouro será assumida por Jefferson Bittencourt, servidor de carreira do órgão, ex-secretário-adjunto de Política Fiscal e Tributária e atual assessor especial do gabinete de Guedes. Sai George Soares e entra o economista e analista de Planejamento e Orçamento Ariosto Antunes Culau, secretário-executivo adjunto na gestão do ministro da Fazenda Henrique Meirelles, no governo Michel Temer.

Também deixa o Ministério da Economia a assessora especial Vanessa Canado, encarregada de elaborar o projeto de reforma tributária. No lugar dela, assume Isaías Coelho, pesquisador sênior do Núcleo de Estudos Fiscais (NEF) da Fundação Getulio Vargas em São Paulo e consultor internacional em política e administração tributária.

(Welton Máximo trabalha na EBC)

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