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Residentes fazem manifestação por atraso nos salários e benefícios

Residentes manifestação Ministério da Saúde

Residentes da área de Medicina fazem manifestação na frente do Ministério da Saúde/Jorge Cury/Misto Brasília

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Pelo menos 450 residentes de diversos cursos da área da Medicina estão há mais de dois meses sem receber os valores da bolsa e dos benefícios por trabalhar na linha de frente do combate ao novo coronavírus. Não é a primeira vez que o Ministério da Saúde deixa de pagar a esses profissionais inscritos no programa em todo o Brasil.

No ano passado foram necessárias pelo menos três manifestações para que o pagamento fosse regularizado. Nesta segunda-feira (10) à tarde, dezenas de alunos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Hospital Universitário (HUB) e da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências de Saúde (Fepecs) voltaram a se manifestar na frente do Ministério da Saúde, em Brasília.

O grupo pretende ser recebido por representantes do ministério para que a dívida trabalhista seja resolvida. O salário de R$ 3,3 mil (com descontos do INSS o líquido é de R$ 2,9 mil) e o benefício de R$ 667 estão atrasados desde março. O problema afeta especialmente os residentes do primeiro ano em Nutrição, Enfermagem, Medicina, Saúde Mental e Assistente Social, entre outros cursos.

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