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CPI ouve Wilson Witzel, mas o ex-governador pode ficar calado

CPI da Covid ex-secretário de Saúde do Amazonas Marcellus Campelo

Ex-secretário de Saúde do Amazonas Marcellus Campelo em depoimento na CPI/Edilson Rodrigues/Agência Senado

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Nesta terça-feira (15), a CPI questionou o ex-secretário de Saúde do Amazonas Marcellus Campêlo, que virou o primeiro caso de depoimento sobre a atividade estadual e municipal durante a pandemia. Até o momento, a comissão indagou os membros do governo federal. No depoimento, o ex-secretário enfrentou duros ataques de senadores governistas e oposicionistas, já que Campêlo pouco esclareceu sobre o desbastamento de oxigênio e a morte de pacientes em consequência disso no início de 2021.

Além disso, ele contou sobre a visita a Manaus de Mayra Pinheiro, conhecida como Capitã Cloroquina, que insistiu no uso de tratamentos ineficazes contra a Covid-19. A CPI da Pandemia ouve Wilson Witzel, ex-governador do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira, a partir das 9 horas. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da comissão, e o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) são autores dos requerimentos de convocação de Witzel.

Witzel havia entrado com um pedido de habeas corpus junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ter o direito de decidir sobre seu comparecimento à CPI da Pandemia. A defesa do ex-governador argumentou que ele já é investigado e que a obrigação de ir à CPI seria um desrespeito a seu direito de não incriminação.

O Misto Brasília transmite ao vivo as sessões na CPI da Covid – veja na homepage/capa do site

O Brasil confirmou mais 2.760 mortes e 88.992 casos de Covid-19, totalizando 491.164 óbitos e 17.543.853 diagnósticos da doença, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

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