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Lázaro fura cerco policial e caçada continua no décimo dia

Caçada a Lázaro policiais de Goiás
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As buscas ao bandido Lázaro Barbosa continuam hoje (18) no décimo dia da caçada que está sendo realizada por cerca de 250 a 300 profissionais de várias forças de segurança. A polícia acredita que ele esteja ferido, porque cachorros encontraram um pano encharcado com sangue na tarde de ontem. As buscas se concentram na região do Distrito de Girassol, município de Cocalzinho de Goiás. Neste local há um comando provisório das operações.

Ontem, no final da tarde, houve um tiroteio e a polícia teria cercado o foragido. Apesar do cerco, ele conseguiu fugir à noite, o que mostra muita habilidade do foragido em se camuflar na mata do Cerrado. A caçada é um dos assuntos mais comentados nas redes sociais e nos noticiários jornalísticos. A sua fuga em 2008, na Bahia, está sendo apontada como exemplo de sua habilidade com o meio ambiente.

Na ocasião, com as buscas em envolvendo torno de 15 policiais, ele se entregou na delegacia de Barra do Mendes após 15 dias. Ele estava cansado, segundo se informou, naquela oportunidade. Depois de preso, ele acabou fugindo. Lázaro cometeu um duplo homicídio na cidade baiana e estava foragido desde àquela época. Ele voltou a matar no Distrito Federal, quando começou a grande caçada que se desenrola neste momento.

As buscas envolvem dezenas de viaturas policiais, bloqueios de rodovias e estradas, ocupação em propriedades rurais, uso de cachorros treinados para buscas de pessoas, drones e helicópteros. Os policiais usam armamento pesado, mas toda essa estrutura parece não conseguir vencer a capacidade de Lázaro de fugir.

Ontem à noite, durante uma entrevista coletiva, o secretário de Segurança Pública de Goiás, que coordena as operações, Rodney Miranda, explicou que as equipes receberam duas novas informações nas últimas horas, que estão sendo analisadas. “Duas pessoas avistaram ele. Já estivemos nos dois locais e as informações são muito boas. A nossa inteligência está fazendo outros filtros pra ver se realmente confere. Mas, independente disso, nossa equipe de operação está toda na rua, literalmente caçando esse sujeito. Vamos ver se a gente tem sucesso em encontrar esse indivíduo e tirar ele daqui”.

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