A Global Gestão em Saúde fez o negócio com o ministério, mas não chegou a entregar os medicamentos
O Ministério da Saúde afirmou que a sócia da empresa que vendeu a vacina indiana Covaxin anti-Covid-19 havia enganado a pasta em um negócio de R$ 20 milhões realizado em 2017, informou na terça-feira (6) o jornal Folha de São Paulo. O contrato foi assinado na gestão do então ministro Ricardo Barros, agora deputado federal e líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados.
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A empresa Global Gestão em Saúde – sócia da representante da Covaxin no Brasil, Precisa Medicamentos, fez o negócio com a pasta mas não chegou a entregar os medicamentos, usando “expedientes procrastinatórios e obscuros”, de acordo com declarações da Saúde. O caso da Global entrou no foco da CPI da Covid devido às possíveis irregularidades na compra da Covaxin, e os senadores querem revelar se o mesmo grupo empresarial foi beneficiado tanto em 2017 como agora e se Barros participa das compras.
Entretanto, o Brasil confirmou mais 1.787 mortes e 62.730 casos de Covid-19, totalizando 527.016 óbitos e 18.854.806 diagnósticos da doença, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.
