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Primeiro caso de doping nas Olimpíadas é de um queniano

Jogos Olímpicos

O Japão aceitou adiar por um ano os Jogos Olímpicos que seriam realizados em três meses/Reprodução

Já um atleta norte-americano da prova de BMX sofreu uma hemorragia cerebral

O atleta queniano Mark Odhiambo teve um antidoping positivo durante os Jogos Olímpicos, o que faz do velocista o primeiro caso de doping em Tóquio 2020.

Veja o quadro de medalhas

Segundo a Agência de Testagem Internacional (ITA), Odhiambo acusou positivo a um esteroide, na sequência de um controle antidoping efetuado na quarta-feira, e foi suspenso provisoriamente, a poucas horas de competir nas eliminatórias dos 100 metros.

Odhiambo, de 28 anos, que já recorreu para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), é o segundo atleta queniano a ter um controlo antidoping positivo durante os Jogos Olímpicos, depois do compatriota Simon Kemboi, excluído de Sydney 2000 antes de disputar a estafeta 4×400 metros.



Hemorragia – O norte-americano que sofreu uma queda na meia-final da prova de BMX dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, “sofreu uma hemorragia cerebral no local”, segundo a Federação de ciclismo dos EUA.

Connor Fields, de 28 anos, campeão olímpico no Rio 2016, caiu logo na primeira curva de 180 graus da pista, na sexta-feira, tendo sido assistido por uma equipa médica no local e posteriormente transportado para o hospital de St.Luke’s.

“Depois de uma noite na unidade de cuidados intensivos, os médicos têm a satisfação de informar que não houve sangramento adicional e que não foram encontrados novos ferimentos”, lê-se no comunicado da federação, que informa que o atleta vai manter-se internado e só depois de ter alta viajará para os EUA.



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