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Governo comprou vacinas da Janssen e da Pfizer sem licitação

Variante indiana da Covid-19 Misto Brasília

A variante delta ameaça a saúde também de jovens e crianças/Arquivo/Divulgação

Foram pagos R$ 24 milhões para cobrir responsabilidades por eventos adversos dos imunizantes

Tribunal de Contas da União está investigando se há irregularidades no contrato fechado pelo Ministério da Saúde, sem licitação, de um seguro internacional das vacinas Janssen e da Pfizer. Conforme a mídia, o governo pagou R$ 24 milhões para cobrir responsabilidades por eventos adversos dos imunizantes referidos. As consultas da pasta foram lideradas pela advogada Danielle Cavalcanti Sayao e por seu marido Álvaro Cavalcanti Sayao.

Nenhum deles tem cargos públicos. Danielle foi indicada para a função no ministério por Zoser Hardman de Araújo, assessor especial, à época das negociações, do então ministro da pasta, general Eduardo Pazuello. O marido é sócio da empresa DMGA Consulting. Nas negociações do seguro de vacinas, Danielle e Álvaro usaram o e-mail da própria empresa para representar o governo nas tratativas. Mas, de acordo com os documentos obtidos pela Folha, Álvaro não tinha autorização do governo federal para participar da contratação.


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