Finalmente os pacientes do SUS podem contar com uma máquina que foi comprada em 2013
Depois de oito anos após a compra, começou a ser operado o equipamento PET-CT para diagnóstico mais preciso do câncer e de outras doenças. Os três primeiros pacientes foram atendidos na terça-feira (14) no Hospital de Base, da rede pública do Distrito Federal.
Foi uma longa burocracia, permeada por problemas de gestão e a necessidade de um termo de ajustamento de conduta firmado em 2019, que envolveu o Ministério Público do Distrito Federal, a empresa GE Healthcare e o Instituto de Gestão Estratégia de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF).
Apesar da compra milionária de R$ 3 milhões, o equipamento não é mais fabricado. Entretanto, a empresa se comprometeu a repor as peças até 2025. A garantia integral do equipamento é de 36 meses a contar da instalação, incluindo atualizações de software e hardware.
A GE Healthcare executou as obras de R$ 1,9 milhão no Setor de Imagem Molecular do hospital e também realiza o treinamento do pessoal. São 20 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos nucleares, físicos e radiofarmacêuticos.
Para o promotor de Justiça da Promotoria de Justiça, Clayton Germano, “não fosse a atuação do Ministério Público, o equipamento ficaria encaixotado por mais dez anos. Agora, é manter seu regular funcionamento e proporcionar o melhor diagnóstico possível para a população”.
